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Festival do Rio destaca o que vale a pena na arte e na vida - Mr. Jazzy

Festival do Rio destaca o que vale a pena na arte e na vida

Começou o Festival do Rio! Tempo de celebrar o cinema mundial e ter um excelente panorama do momento do cinema brasileiro. Mr. Jazzy esteve na abertura do Festival do Rio e teve o privilégio de ver- em primeira mão- o documentário O Sal da Terra, de Juliano Ribeiro Salgado e Wim Wenders, sobre o grande fotógrafo Sebastião Salgado. Uma única palavra: IMPERDÍVEL!! Outro que vocês não podem deixar de ver é o Prometo Um Dia Deixar Essa Cidade, de Daniel Aragão, que eu tive o privilégio de fazer.

 
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por Luiz Carlos Merten

Para que serve um grande festival de cinema? Para avaliar o estado do cinema, revelar novos talentos e resgatar clássicos. Para promover debates e fomentar coproduções. Para celebrar. O Festival do Rio, que começou nesta quarta-feira, 24, quer fazer tudo isso. E, para que fique claro, escolheu para a abertura o documentário O Sal da Terra, de Juliano Ribeiro Salgado e Wim Wenders, sobre o pai do primeiro, o grande fotógrafo Sebastião Salgado. “Precisava de um olhar estrangeiro, para que o filme não ficasse familiar nem doméstico Que olhar melhor que o de Wim?”, pergunta Juliano. Virão Sebastião, a mulher, Lélia, e os diretores.

 

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Filme sobre o fotógrafo Sebastião Salgado abre Festival do Rio

O Festival do Rio 2014 mudou de casa. Em vez do Odeon, encravado na Cinelândia – e fechado para reforma -, as galas transferem-se para o complexo Lagoon, na Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos cartões-postais da cidade chamada de maravilhosa.

 

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“Escolhemos O Sal da Terra como filme de abertura porque Sebastião Salgado faz a diferença, como homem, como cidadão e artista, e o filme deixa isso claro. Além do grande fotógrafo que todo mundo reconhece, ele fez um resgate maravilhoso de uma área ameaçada no interior de Minas. Não fez sozinho.

Os números são todos superlativos – 21 mostras, 350 filmes, 29 salas mais quatro pontos de exibição espalhados por toda a cidade. Todos os olhos do mundo no Rio – é o slogan deste ano.
A Première Brasil, menina dos olhos do festival, vai exibir 69 produções – 41 longas e 28 curtas -, de diretores estreantes e veteranos. São filmes dos mais variados temas e regiões do País. Dez integram a mostra competitiva de longas, e sete terão sua pré-estreia mundial no Lagoon – Ausência, de Chico Teixeira; Love Film Festival, de Manuela Dias; O Fim de Uma Era, de Bruno Safadi e Ricardo Pretti; O Fim e os Meios, de Murilo Salles; O Outro Lado do Paraíso, de André Ristum; O Último Cine Drive-in, de Iberê Carvalho; e Prometo Um Dia Deixar Essa Cidade, de Daniel Aragão. Os três restantes são Casa Grande, de Felipe Barbosa; Obra, de Gregorio Fraziosi; e Sangue Azul, de Lírio Ferreira.

 

fotos divulgação

publicado originalmente na Tribuna do Norte

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Uma opinião sobre “Festival do Rio destaca o que vale a pena na arte e na vida”

  1. Em termos comerciais e de as produções serem bem vistas, o Festival do Rio é o melhor caminho para os filmes brasileiros. Só que não devia ser colado com o Festival de Cinema de Brasília. Cada festival tem brilho próprio e não pode ofuscar o espaço do outro.

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